sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Conceito de Currículo

É tudo aquilo que os alunos devem e precisam adquirir como conhecimento e nosso dever é guiá-lo afim de que os objetivos sejam alcançados, e nos dias atuais o currículo tem que se adaptar às inovações tecnológicas.

Takagi Masakatsu - COIEDA




O artista japonês Takagi Masakatsu utiliza no vídeo COIEDA, formas geométricas simples e as anima, intercalando essas formas com filmagens editadas e trabalhadas em seu computador. Musica e imagem dialogam de forma especial nesse pequeno vídeo.
O vídeo é muito interessante pois possibilita soltar a imaginação com as formas geométricas e assim criar cores e expressões, proporcionando sensações fantásticas.
A  harmonia e evolução das imagens, contracenando com cores e sons musicais nos porporcionam uma profusão de sentimentos e sensações.

Pedro Demo aborda os desafios da linguagem no séc XXI

Após a leitura da entrevista de Pedro Demo com o tema “Os desafios da linguagem do século XXI para a aprendizagem na escola”, refleti sobre os avanços e desafios que a tecnologia nos impõe a cada momento.
Voltar no tempo e repensar nas práticas pedagógicas nos remete a um importante detalhe na educação: o antes e o depois do computador.
Hoje temos a oportunidade de fazermos as mesmas atividades curriculares com as tecnologias, pois elas são cheias de cores, imagens, sons, animações e com a possibilidade de uma interação instantânea.
A nossa atuação docente só passará por mudanças quando despertarmos para esta realidade que praticamente nos obriga a sermos cada vez mais críticos e acompanharmos a evolução tecnológica. Precisamos participar deste mundo globalizado e desencalharmos do processo de ler, escrever e contar (Pedro Demo).
Precisamos acreditar na força e determinação que emanam dos educadores, daqueles que buscam aprender a aprender e aprimorar seus conhecimentos e despertam em nós a vontade de sair do papel de vítimas desse novo tempo e sermos autores de uma história de constantes transformações.
Acontecendo esse processo, estaremos em condições de oferecermos estratégias que possibilitam uma aprendizagem de qualidade.

Escola e tecnologia: uma conversa

Ao ler o texto de Alberto Tornaghi, penso como é difícil pensar de forma global para o futuro das relações entre educação e tecnologia. Uma coisa porém é certa: precisamos falar das multiplas educações, para pessoas muito diferentes, e essas diferenças vão estar ligadas as condições de acesso ao acesso e ao uso das tecnologias cada vez mais avançada.
Me inquieta quando se atribui ao uso das tecnologias como o grande avanço na qualidade de ensino, se ainda é economicamente algo muito caro. É preciso que as tecnologias não sejam vistas apenas como mais um modismo, mas que se reflita sobre o processo de ensino de maneira global.
Acredito sim na possibilidade de novas aprendizagens e na ampliação de formas diferentes de ensinar. Mas, para isso é preciso, que todos os envolvidos estejam conscientes e preparados para a definição de uma nova perspectiva filosófica que contemple uma visão inovadora de escola, utilizando as amplas possibilidades comunicativas e informativas das novas tecnologias para a concretização de um ensino crítico, transformador e de qualidade.

Integração tecnológica, linguagem e representação



a)      Como o professor pode desenvolver uma prática pedagógica integradora, contemplando os conteúdos curriculares, as competências, as habilidades e as diferentes tecnologias possam contribuir efetivamente?
O professor primeiro deve conhecer as tecnologias para que possa utilizá-las.
Toda prática pedagógica que visa integrar todos os alunos, deve ser interdisciplinar, e deve contemplar o pensar, o sentir, o refletir e principalmente o senso comum. E hoje em dia a presença da tecnologia é de uso obrigatório à todos.
b)      Como o professor pode criar uma situação de aprendizagem com o uso de tecnologias significativas para o aluno?
Somente vai ser significativo se abranger o universo do aluno, contemplando seus anseios, sua realidade.

Navegações

Muito bom navegar.
Em minhas viagens pela Wikipédia quase que não voltei tamanha a quantidade de curiosidades que encontrei.
"Jabuticaba" origina-se do termo tupi ïapotï`kaba, que significa "frutas em botão"
"Tatu" é derivado do tupi ta`tu[1], que significa "sem dentes".
"Dasípode" vem do grego "δασύς" (dasys): piloso ou peludo e "πούς, ποδός" (pous, podos): eles tambem são bem fragéis

INTEGRAÇÃO DE MÍDIAS



Para que o professor faça uso das mídias na educação ele precisa saber como usar essas mídias, pois para que isso se realize não basta que os recursos midiáticos sejam utilizados de forma isolada do conteúdo trabalhado em sala de aula funcionando apenas como um apêndice do trabalho realizado. Mas o que deverá acontecer para que realmente se efetive a integração é necessário também, que se incorporem os recursos midiáticos aos objetivos didáticos.
O que se percebia, há pouco tempo atrás, era a falta de conhecimento dos professores, pois a formação nas universidades da época dos professores que estão atuando não ensinava essas tecnologias, mas isto está sendo mudado com investimentos na formação continuada dos mesmos. Precisamos estar abertos às mudanças e nos prepararmos para que ela aconteça. Contudo, precisamos ter cuidado para que a tecnologia venha contribuir com o aprendizado de nossos alunos, sendo assim, devemos dosar o que já fazíamos anteriormente, somando a isso os recursos tecnológicos. Deve-se ter consciência que se exagerarmos sem que consigamos o equilíbrio entre os recursos tecnológicos e o fazer pedagógico o maior prejudicado será o aluno.
A apropriação das tecnologias de informação e comunicação, no espaço escolar faz mudar o significado deconceito de conhecimento. É através das ferramentas tecnológicas, a partir de mediações atuantes que as potencialidades se afloram, o tempo e espaço, já não são mais problemas, proporcionando uma educação sem distância, sem tempo, levando o sistema educacional assumir um papel, não só de formação de cidadãos pertencentes aquele espaço, mas a um espaço de formação inclusiva em uma sociedade de diferenças.
Na educação a importância de um planejamento aberto a mediações cooperativas, com caráter flexível, se faz pertinente a partir de uma nova concepção do fazer pedagógico, comprometido com um espaço de trocas, em que a autonomia da construção do conhecimento assume um papel significativo ao que se refere um processo educativo consistente preocupado com a atuação de um indivíduo, totalmente, crítico-reflexivo.

Conceituando HIPERTEXTO


   O te
   O termo hipertexto foi cunhado por Ted Nelson, em 1960, em um projeto desenvolvido quando aluno de pós-graduação, em Harvard (WHITEHEAD, 1961). Hipertexto designa uma coleção de documentos com links, ou hiperlinks, que auxiliam o leitor a ir de um texto (texto escrito ou imagem) a outro, em um movimento auto-gerenciado. O hipertexto se caracteriza pela não-linearidade, pela liberdade do percurso que o leitor pode construir.
             Em entrevista, concedida à Jim Whitehead (1996), Nelson explica que ele se inspirou em sua experiência de escritor. Segundo ele, o escritor enfrenta dificuldade em colocar o conteúdo das histórias em seqüências lineares, que nem sempre retratavam a complexidade de sua história. Quando o leitor se depara com um texto ficcional, ele tem a tarefa de, através da seqüência linear, recompor o conteúdo e colocá-lo, novamente, em sua estrutura não linear. A idéia foi economizar, tanto para o autor como para o leitor, tempo e esforço, ao reunir e compreender o que estava sendo apresentado através de hipertextos.
                A princípio, poderíamos pensar que o hipertexto depende do autor que cria os links, mas hoje com os mecanismos de busca cada vez mais inteligentes, qualquer leitor na web pode utilizar hipertexto, saindo do texto e voltando ao mesmo, sempre que quiser aprofundar seu conhecimento sobre algum tópico ou encontrar alguma informação rápida sobre algo mencionado no texto.
               Já existe software, por exemplo, que transforma um texto inteiro em hipertexto, associando cada palavra ao correspondente verbete em um dicionário.

REGISTRO DESCRITIVO DO PROJETO

CAFETERIA LITERÁRIA


1-      Título
Cafeteria Sabor Literário
2-      Equipe
Adriana
Glauce
Maria das Graças
Marisa
3-      Introdução
O Projeto Cafeteria Literária, vem possibilitar o acesso de uma grande fonte de conhecimento entre vários estilos literários, diferentes tipos de textos, gêneros narrativos, autores representativos da literatura brasileira e universal. 
Incentivar a leitura a nosso jovens é um processo que demanda paciência, criatividade, e amor a este bem cultural.
Este projeto possui caráter absolutamente extensionista e não estabelece qualquer tipo de ônus sobre os participantes, pois uma de suas principais metas é propiciar aos alunos o acesso a este bem cultural, a leitura.
4-      Objetivo
Tem como objetivo favorecer, através da relação literatura a prática da leitura, envolvendo vários gêneros literários e proporcionar a liberdade, a descoberta e a identificação do estilo de cada aluno.
Pretendemos fazer com que estes jovens  se apaixonem pela leitura antes mesmo de conhecê-la. Machado de Assis é ótimo, desde que agrade a quem procura por suas obras. Todavia, os volumes das séries Crepúsculo, Harry Potter, Persi Jackson, revista em quadrinhos de Mauricio de Souza, uma pagina na internet, livros de Thalita Rebouças ou Pedro Bandeira e outros, também são excelentes.
E oferecendo as crianças e adolescentes o prazer da leitura os quais eles se interessem é que vamos construir os nossos leitores.
5-      Desenvolvimento
De início selecionamos  e observamos os diferentes gostos de gêneros narrativos envolvidos em nossa escola, isto se deu, através dos trabalhos literários apresentados pelos alunos durante os anos anteriores.
Dividimos os alunos do 6º ao 9º ano por afinidades de gêneros literários, (trabalho interdisciplinar). Todas as obras lidas foram reunidas analisadas por grupos e apresentadas em um auditório utilizando as novas tecnologias: Power Point, Data Show, Mesa de som, Microfones, Livros digitais e também foram apresentados através de encenações teatrais, músicas, caracterização de alguns personagens literários.
Como se tratava de uma cafeteria, o ambiente foi adaptado para parecer uma verdadeiro “caffé” com mesa cadeiras, garçons ( professores) onde era servido café expresso, chocolate quente, e deliciosos quitutes. Em cada mesa havia o Cardápio que descrevia as obras apresentadas para que os participantes e expectadores pudessem saborear e se deliciarem com as apresentações.
Cardápio (cronograma):
CARDÁPIO
CAFETERIA LITERÁRIA
01 – Café com Aroma de Alegria
Turma da Mônica – Mauricio de Souza
Apresentação artística dos personagens
“A Criação”


02- Café Expresso de Aventura
Apresentação Estilo Literário:
Goosebusmps. (R.L.Stine)
Poderosa. (Sergio Klein )
Harry Potter. (J.K. Rowwling)
Crônicas de Narnia.( Clive Staples Lewis)

03 – Café com Sabor de Mistério, Aventura e uma pitada de Humor e Romance.

Revista: Mundo Estranho
Trilogia de Chistopher Paolini e suas mais famosa obra – Eragon
Coleção: Fala Sério (Thalita Rebouças)
Analise - Romance
Humor (Contos Populares)
Mistério: Aghata Christie

04 – Café à moda da casa, com aroma e requinte de um bom café

Apresentação das Series: Crepúsculo e House of Night.
Obras de Nicolas Sparks.
Análise Literária: A Menina que roubava livros. (Markus Zusak)
Análise Literária: O Diário de Anne Frank.
Apresentação Artística da série “Persi Jackson e os olimpianos”

6-   Resultado
Conseguimos atingir nossos objetivos, a interação entre os alunos de classes e idades diferenciadas ajudou para  a aquisição do conhecimento e experiências intensificando a qualidade dos trabalhos e isto foi de grande importância para o sucesso do projeto.
7- Conclusão
Criar e aperfeiçoar a criação, transformar os ideais, instigar a curiosidade, abrir portas é que devemos fazer para levar nossos alunos a este bem Cultural a Leitura, pois a satisfação a sensação do dever cumprido ao vermos o objetivo concluído com exímio é o que faz de nós Educadores.







Fichamento



TÍTULO: "Rosa de Hiroshima": tragédia no Japão durante a Segunda Guerra Mundial.



ÀREAS ENVOLVIDAS: Geografia, História, Português, Artes.
Trabalhando a música: "Rosa de Hiroshima"
A orientação é que façam a audição e debate acerca deste documento musical.
A música escolhida foi gravada pelo famoso conjunto brasileiro dos anos 70 SECOS E MOLHADOS.
Esta música se tornou uma grande referência à tragédia ocorrida com as cidades japonesas durante a Segunda Guerra Mundial, denunciando os horrores da guerra nuclear.
Tecnologias utilizadas: Computador, som, dvd, Datashow.
ROSA DE HIROSHIMA
Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas, oh, não se esqueçam.
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada.
Para discutir a música:

    O que teria causado os traumas (doenças) apontados na letra?
    Qual será o sentido do verso "A rosa radioativa / Estúpida e inválida"?
    Interpretar os versos "Sem cor sem perfume / Sem rosa sem nada"?
    Qual será a relação da letra com os acontecimentos históricos envolvendo o Japão durante a Segunda Guerra Mundial?
Que tipo de sonoridade a música nos transmite? Esta sonoridade também se relaciona com os acontecimentos acima referidos?